Explicar antes de executar
Toda escolha técnica vem com o motivo por trás dela. Se não conseguimos explicar por que algo é necessário, ele provavelmente não é.
Nascemos da constatação de que boa infraestrutura raramente vem de grandes contratos genéricos. Vem de gente que entende profundamente poucos sistemas.
A Xandriquo começou em 2018, quando três engenheiros que já haviam operado sistemas de alta demanda perceberam um padrão: as empresas não sofriam por falta de tecnologia, e sim por excesso dela mal costurado. Ambientes montados às pressas, custos que ninguém conseguia explicar, planos de recuperação que existiam apenas no papel.
Decidimos fazer o contrário do que o mercado costuma vender. Nada de pacotes fechados, nada de vender complexidade como se fosse sofisticação. Uma arquitetura só é boa quando a empresa consegue confiar nela sem pensar nela. Esse é o padrão que perseguimos em cada projeto.
Ao longo dos anos, aprendemos que atenção é um recurso escasso. Por isso limitamos deliberadamente quantos clientes atendemos ao mesmo tempo. Preferimos recusar um projeto a entregá-lo pela metade. É uma decisão comercial pouco ambiciosa e uma decisão de engenharia perfeitamente sensata.
Preferimos recusar um projeto a entregá-lo pela metade.
Como decidimos o que aceitar
Não são valores de parede. São critérios que usamos na prática para decidir o que construir, o que recusar e como reagir quando algo dá errado.
Toda escolha técnica vem com o motivo por trás dela. Se não conseguimos explicar por que algo é necessário, ele provavelmente não é.
Complexidade tem custo permanente. Só a adotamos quando o problema realmente exige, e documentamos o porquê para quem vier depois.
Projetamos assumindo que componentes vão cair. A pergunta não é se, e sim o que acontece depois — e se o plano já foi testado.
Documentamos e ensinamos. O sucesso de um projeto se mede pela autonomia que a sua equipe ganha, não pela dependência que cria.
Sem hierarquia inflada. Cada projeto tem um responsável técnico que acompanha do diagnóstico à operação — a mesma pessoa do começo ao fim.
Desenho de ambientes, dimensionamento e decisões de plataforma. Responde pela coerência técnica do projeto.
Monitoramento, resposta a incidentes e melhoria contínua do ambiente em produção, com práticas de SRE.
Controle de acesso, criptografia e adequação à LGPD acompanhando o projeto desde o primeiro desenho.